quinta-feira, 18 de maio de 2017

Exposição “Já fui Floresta” de José Medeiros, abre a programação do Sesc Amazônia das Artes

Sesc Amazônia das Artes em 2017 comemora 10 anos de realização. Este ano, a Mostra irá promover espetáculos de dança, teatro, música, literatura, cinema e artes visuais, um intercâmbio de atividades culturais que será promovido nos estados que compõem a Amazônia Legal e no Piauí.  A programação inicia no dia 20 de maio com a exposição fotográfica “Já fui Floresta” do artista Campo-Grandense, José Medeiros. A mostra ficará exposta no período de 20 a 30 de junho, com horário para visitação das 9h às 16h, na galeria do Sesc Centro, localizada na av. Presidente Dutra, no Centro da cidade. 

A exposição surgiu quando José Medeiros ainda trabalhava para uma revista no Mato Grosso do Sul, onde fazia fotorreportagem sobre os índios Guaranis no Parque Indígena do Xingu, lá o artista redescobriu um universo rico e complexo dos índios Ikpeng, esta riqueza virou oportunidade, vez que Medeiros ao trabalhar de fronte com a vida indígena encontrou o enquadro perfeito para suas fotos, e em contrapartida o mestre repassa seus conhecimentos de sua trajetória fotográfica aos seus novos alunos. Assim, não somente ensina os índios a fotografar, como defende os direitos com a valorização de atributos simbólicos ligados à própria imagem do índio e às raízes de sua cultura. Medeiros procura indagar sobre a cultura indígena e o lugar que lhe cabe na sociedade contemporânea. 

A exposição “Já fui Floresta” já passou por diversos países como Portugal, ganhou três prêmios, um do Instituto Internacional de Fotografia, em São Paulo e o outro no 10° Leica-Fotografe, o artista também foi premiado por trabalhos como ‘O Pantanal de José Medeiros’, um projeto que retrata 11 anos de pesquisa fotográfica focada na vivência do homem no Pantanal. José Medeiros nasceu em Campo Grande, mas, mora em Cuiabá desde 1996. Já trabalhou no Diário de Cuiabá, Diário da Serra, e na Folha de São Paulo como freelancer. Seus projetos englobam trabalhos com indígenas e também no Pantanal do Mato Grosso.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Sonora Brasil percorre o país com mais de 420 concertos


Realizado pelo Sesc, maior projeto nacional de circulação musical promoverá apresentações de bandas Musicais e grupos de Coco em 108 cidades

Rio de Janeiro, 17 de maio de 2017 – Criado em 1998, o Sonora Brasil tem no seu DNA o trabalho de formação de novos ouvintes musicais. Com o objetivo de divulgar artistas que trabalham com músicas não comerciais e valorizar a cultura regional, o Sonora inicia sua 20ª edição no dia 24 de maio, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG), com as apresentações dos grupos Samba de Pareia da Mussuca (SE) e Quinteto de Metais da UFBA (BA).

Consagrado como o maior projeto de circulação musical do país, a cada biênio o projeto aborda dois novos temas. Para 2017/2018, serão apresentados ‘Na pisada dos cocos’ e ‘Bandas de Música: formações e repertórios’, desenvolvidos com a participação de quatro grupos cada um. A seleção dos grupos e a definição das temáticas é feita por uma curadoria nacional, formada por profissionais do Sesc de todo o país. Até o fim de 2017, o projeto promoverá 420 concertos de música regional brasileira em 108 cidades, incluindo municípios fora dos grandes centros urbanos.

“O projeto busca despertar um olhar crítico sobre a produção e a difusão de expressões musicais identificadas com a história da música no Brasil. Todas as apresentações são essencialmente acústicas, valorizando a qualidade sonora das obras e de seus intérpretes. A maioria dos espetáculos é gratuita, ou tem preços populares”, explica Sylvia Lima, técnica de Cultura do Sesc.

Em 2017, o tema ‘Na pisada dos cocos’ circulará pelos estados do Norte e Nordeste com os grupos Coco de Zambê (RN), Samba de Pareia da Mussuca (SE), Coco do Iguape (CE) e Coco de Tebei (PE). Os artistas apresentarão as variantes da musicalidade típica da região Nordeste (litoral e interior), nascida em aldeias indígenas e comunidades quilombolas, com canto, dança e música, acompanhados por instrumentos de percussão, como bumbo, ganzá, pandeiro, caixa.

O tema ‘Bandas de Música: formações e repertórios’ seguirá pelos estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste brasileiro. Quatro formações distintas de bandas foram selecionadas: três representando os grupos tradicionais de ruas e praças e um representando o segmento da música de concerto, com repertório inspirado na sonoridade das bandas. São eles: Corporação Musical Cemadipe (GO), ABandinha (AM), Sociedade Musical União Josefense (SC) e Quinteto de Metais da UFBA (BA). Em 2018 os grupos invertem os roteiros e Estados de apresentações, de forma que todos circulem pelas cinco regiões do país.

Desde sua criação, o Sonora Brasil já realizou 5.319 apresentações de 80 grupos, alcançando cerca de 520 mil espectadores.

SERVIÇO: LANÇAMENTO NACIONAL DA NOVA TEMPORADA DO CIRCUITO SONORA BRASIL 
Data: 24/05/2017
Horário: 20h
Local: Teatro Sesc Palladium
Endereço: Rua Rio de Janeiro, 146 – Centro – Belo Horizonte (MG)

Fonte: Departamento Nacional do Sesc

segunda-feira, 15 de maio de 2017

11ª Edição da Mostra de Cinema e Direitos Humanos começa dia 16 de maio, em Porto Velho

Porto Velho será mais uma vez contemplada com a Mostra de Cinema e Direitos Humanos, evento cultural nacional que acontecerá na capital de 16 a 20 de maio, no teatro 1 do Sesc.

É a décima primeira Edição da Mostra, uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento – ICEM, produção local do CineOca, e patrocínio da Petrobras e do Itaú. A Mostra será realizada nas 26 capitais do país e no Distrito Federal, em centros culturais, instituições públicas e privadas e escolas.

Criada em 2006, como uma das ações estratégicas da Secretaria Especial de Direitos Humanos para celebrar o aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, a Mostra Cinema e Direitos Humanos foi expandida ao longo dos últimos 10 anos, alcançando a América do Sul, Hemisfério Sul, e o Mundo, além de contar, pelo quarto ano consecutivo, com cerca de 1.000 pontos de difusão pelo país, assumindo assim um caráter descentralizador e democrático.

A Mostra é uma das estratégias do Governo Federal para consolidação da cultura e da educação em Direitos Humanos, ampliando espaços de debate e discussão por meio da linguagem cinematográfica e contribuindo para a formação de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diversidades e da tolerância.

A Mostra conta com diversos e preciosos apoios locais: Sesc/RO, Universidade Federal de Rondônia- Unir, Eletrobras-Eletronorte, Governo de Rondônia por meio da Secretaria de Ação Social - Seas; Tribunal de Justiça de Rondônia, Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria de Assistência Social e da Família, Semasf e Fundação Cultural do Município- Funcultural e OAB.


Programação

Nesta 11ª Edição a Mostra de Cinema e Direitos Humanos terá no circuito principal 29 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em três mostras: Panorama, Temática – que abordará questões de gênero, e Homenagem – com foco na obra da cineasta Laís Bodansky. Uma novidade este ano é a Mostrinha, voltada para o público infanto-juvenil e que exibirá outros 8 curtas-metragens.

A expectativa é receber um público de mais de 30 mil pessoas em todo o país. Todas as exibições serão gratuitas. No site da Mostra - http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br é possível acompanhar quais sessões serão seguidas de debate e quais terão audiodescrição.

A Mostra Panorama apresenta filmes selecionados a partir da convocatória pública aberta no site do projeto e filmes que foram prospectados pela equipe de curadoria. São 17 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, que contemplam aspectos como direitos das pessoas com deficiência, população LGBT/enfrentamento da homofobia, memória e verdade, crianças, adolescentes e juventude, pessoas idosas, população negra, população em situação de rua, mulheres, direitos humanos e segurança pública, proteção aos defensores de direitos humanos, direito à participação política, combate à tortura, situação prisional, democracia e Direitos Humanos, saúde mental, cultura e educação em Direitos Humanos.

A Mostra Temática apresentará a questão de gênero. Para esta categoria, foram selecionados 7 títulos que abordam temas relacionados às mulheres, orientação sexual e identidade de gênero, como, por exemplo, empoderamento feminino, violência contra a mulher, estereótipos de gênero, LGBTfobias, conquistas sociais, políticas e econômicas, o direito à igualdade e à não descriminação, dentre outros.

A Mostra Homenagem tem como tradição homenagear cineastas cuja filmografia explora a temática Direitos Humanos, trazendo-a para o foco dos debates. A homenageada desta Edição é a cineasta Laís Bodansky, cuja obra tem relevância para o debate sobre um mundo onde todos possam se reconhecer e viver a igualdade e direitos de oportunidades. Cinco filmes da cineasta fazem parte da programação.

Para a realização da Mostra, o ICEM conta com uma rede de colaboradores locais espalhados por todo o país. “O produtor local é um grande multiplicador do valor cultural dos filmes exibidos e promotor de um debate aberto sobre a cultura, valores e temáticas nacionais. Ele responde pela Mostra nas capitais contempladas, nas instituições, organizações e nos meios de comunicações locais. Os produtores do projeto estão conectados em uma rede formada por diversos protagonistas, que viabilizam o funcionamento desta dinâmica relação”, diz a diretora do ICEM, Luciana Boal.

Paras as produtoras locais, esta conexão se deveu ao trabalho que do na difusão de filmes com temáticas de relevância social. "Nosso cineclube sempre buscou a reflexão por meio do audivisual", declarou Simone Norberto. "Por isso o debate sempre é proposto ao final de algumas sessões. Neste ano, temos três temas: a questão indígena, a temática LGBT e a defesa dos direitos da mulher", completou Emanuela Palma.

Os filmes exibidos serão: Como Seria?, Depois Que Te Vi, Do Que Aprendi com Minhas Mais Velhas, Epidemia de Cores, Estrutural, Humano - Uma Viagem Pela Vida, Ilha, Índios no Poder, Intolerância.doc, Lápis Cor de Pele, Manancial, Menino 23, O Chá do General, Pai aos 15, Praça de Guerra, Quem? Entre Muros e Pontes, Tortura Tem Cor, A História da Menininha que Amava Borboletas, Carol, De Que Lado Me Olhas, Madrepérola, Meu Nome é Jacque, Pobre Preto Puto, Precisamos Falar do Assédio,  As Melhores Coisas do Mundo, Bicho de Sete Cabeças, Cartão Vermelho, Chega de Saudade, Mulheres Olímpicas, Hora do Lanchêêê, Iemanjá Yemoja: A Criação das Ondas, Imagine uma Menina com Cabelos de Brasil, Meninos e Reis, Mônica Toy - Balanço das Meninas, Mônica Toy - Futebola, Paixão e Confusão, Mônica Toy – MônicaFreestyle, Mônica Toy - Nana Nenê! 

Fonte: CineOca/ ICEM

Sesc promove atividade cultural em escolas públicas


Contar história é uma das formas mais antiga de transmitir vivência, é uma habilidade que vem antes mesmo da escrita. Há muito tempo atrás, as pessoas se reuniam para ouvir contos que eram passados de geração a geração, com o objetivo de compartilhar conhecimentos. Hoje, devido ao mundo acelerado, a prática raramente acontece. Como forma de resgatar a arte de contar histórias e possibilitar um convívio coletivo em um momento de lazer e aprendizado, cinco escolas públicas de Porto Velho, receberão o contador Bruno Selleri, através do Sesc, no período de 15 a 19 de maio, que promoverá uma roda de histórias com muita música. 

As escolas que receberão o projeto Cultura na Escola serão: Escola Municipal Cor de Jambo no dia (15/05), Escola Municipal Maria Izaura (16/05), Escola Municipal Ely Bezerra (17/05), Escola Municipal Tucumã (18/05) e Escola Flor de Laranjeira (19/05). 

Nesta edição de maio, serão trabalhados quatro livros, o primeiro será “Onde a onça bebe água” da escritora Veronica Stigger, que mostra o ponto de vista de cada pessoa com relação ao mundo, “O gigante egoísta” uma obra clássica de Oscar Wilde, que retrata uma história de homem que se sente só por causa de seu egoísmo, outro conto abordado é “O inimigo” dos autores Davide Cali e Serge Bloch, a história traz às crianças o espírito crítico e as instiga a conscientizar-se sobre a importância do respeito aos direitos humanos. É um livro de grande sensibilidade, que propõem um momento de reflexão e por último, uma obra de Stephen Michael King, “O homem que amava caixa” que fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho. Também como parte da programação do projeto “Cultura na escola” a exposição de Xilogravura – Lirismo Gravado da Artista Yolanda Carvalho, que ficará montada no pátio das escolas.

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