quarta-feira, 5 de julho de 2017

Espetáculo de abertura do Palco Giratório aborda a exploração Européia e Norte Americana

Foto: Pedro Isaias Lucas

O GRUPO TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ - RS escolheu a versão de Augusto Boal de A Tempestade. Ele apropria-se da peça de Shakespeare e do pensamento do cubano Retamar para questionar a exploração da América do Sul pelo colonialismo europeu e para discutir a postura neocolonialista dos Estados Unidos.

A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visíveis as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial.

Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, encenar “A Tempestade de Augusto Boal” é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliban é a reivindicação da legitimidade do “diferente”.

Além da abertura em Porto Velho o grupo fará a abertura na Mostra Ji-Paraná no dia 11 de julho e participará no PENSAMENTO GIRATÓRIO dia 10 na Unir.

ESPETÁCULO: CALIBAN – A TEMPESTADE DE AUGUSTO BOAL
Grupo: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz – RS
Local: Praça Aluísio Ferreira (Av. Farquar)
Hora: 17h
Gênero: Teatro de Rua/ Teatro épico
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Duração: 1h30min

Programação completa e mais informações
Sesc (69)3229-6006


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