sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SESC apresenta Sonora Brasil com a Banda de Congo Panela de Barro/ES



Banda de Congo Panela de Barro/ES

As bandas de congo estão presentes em várias cidades do litoral do Espírito Santo, sendo a principal manifestação da tradição oral nesse estado, estando relacionadas às festividades religiosas de devoção a São Benedito, e em alguns locais também a São Sebastião, São Pedro e Nossa Senhora da Penha. Os registros mais antigos de sua existência, de meados do século XIX, são atribuídos ao Padre Antônio Siqueira (1832 – 1897), que, em seus escritos, se referia às “bandas dos índios”.

A cerimônia profano-religiosa pode apresentar características próprias em cada local, mas está sempre associada a um naufrágio ocorrido no litoral capixaba, quando um grupo de escravos se salvou agarrado a um mastro que tinha uma imagem de São Benedito. Reza a lenda que, a partir de então, as comunidades de negros do litoral do estado passaram a “fincar o mastro” todos os anos em agradecimento ao milagre.

A Banda de Congo Panela de Barro tem seu calendário iniciado no dia oito de dezembro, quando segue em procissão em direção à mata para a cerimônia da cortada do mastro, ato simbólico que é acompanhado pelos devotos. No dia 25 de dezembro, o grupo segue em procissão até a igreja católica local para a cerimônia da fincada do mastro. Junto com este, então decorado e com a bandeira de São Benedito, seguem o andor com a imagem do santo, o barco e a corda. Na igreja, o mastro recebe a benção e é fincado num local previamente escolhido, onde fica até o domingo de Páscoa, quando em nova cerimônia acontece a retirada do mastro. Em todas essas etapas são entoados cânticos de devoção ao santo e após cada cerimônia a população segue com a festa cantando dezenas de músicas tradicionais das bandas de congo, de caráter profano, que aludem a diversas situações do cotidiano.

O grupo, formado pelas cantadeiras Ruth Victor, Teresa Barbosa, Emília Ferreira e Maria Conceição, se apresenta com o Mestre Valdemiro Sales e o percussionista Marcos Pereira.


DIA : 13/09
HORA: 19h
LOCAL: AUDICINE DO SESC ESPLANADA
ENTRADA 1 Kg DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL

Edital de Recrutamento e Seleção 07/2011

Edital de Recrutamento e Seleção 07/2011

Minimaratona 2011 - Nova Mamoré

Minimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova Mamoré
Minimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimaratona Sesc - Nova MamoréMinimarotinha Sesc - Nova Mamoré
Minimarotinha Sesc - Nova MamoréMinimarotinha Sesc - Nova MamoréMinimarotinha Sesc - Nova MamoréMinimarotinha Sesc - Nova MamoréMinimarotinha Sesc - Nova Mamoré

Minimaratona 2011 - Nova Mamoré, um álbum no Flickr.

Quadro de Aulas do SESC Academia - SETEMBRO/2011

domingo, 28 de agosto de 2011

Programação dos Espetáculos - Palco Giratório RO 2011

01/09/2011

CABANAGEM – Corpo de Dança do Amazonas (AM)
A Cabanagem foi uma revolta popular na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política regencial. Diversas batalhas fizeram com que o movimento ficasse marcado pela violência. O espetáculo, não narrativo, apropria-se da essência da Cabanagem e utiliza a linguagem do coreógrafo Mário Nascimento para traduzir o espírito de resistência, de luta, de revolta e de preservação das culturas do local. A pesquisa para o espetáculo partiu da literatura de Márcio Souza e Marilene Corrêa.

Direção artística Monique Andrade e Getúlio Lima / Elenco Adan Souza, Adriana Góes, André Duarte, Ângela Duarte, Baldoino Leite, Fabian Aarão, Flávio Soares, Gentil Neto, Getúlio Lima, Helen Rojas, Liene Neves, Marilucy Lima, Meire Jane Melo, Rosely Reis, Sumaia Farias, Valdo Malaq / Figurino Mário Nascimento e Corpo de Dança do Amazonas / Concepção e coreografia Mário Nascimento / Produção Musical DJ Marcos Tubarão / Iluminação Mário Nascimento / Operador de Luz Monique Andrade / Produção Carla Lee / Fotografia Ruth Jucá

Local: Quadra coberta do SESC Esplanada
Horário: 20h30
Classificação: Livre / Dança
Duração: 50 minutos

02/09/2011

O MUNDO TÁ VIRADO – Imbuaça (SE)
O texto é fruto da união de três histórias curtas que refletem com humor a condição ingênua do ser humano e seu antônimo: a esperteza. Elementos convencionais da ação teatral aliam-se a novos procedimentos estéticos. O grupo construiu a poética do espetáculo com rimas, imagens, música e dança.

Texto e concepção Iradilson Bispo / Elenco Isabel Santos Neves, Manoel Luiz Cerqueira, Lindolfo Amaral, Luciano Lima, Talita Calixto, Rita Maia, Carlos Wilker, Kessia, Mercya, Rose Moura / Trilha sonora Cancioneiro popular (músicas folclóricas, domínio popular) / Técnico de som Cristiano Andrade / Montagem Rogers Nascimento Santos

Local: Anfiteatro do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Horário: 19h
Classificação: Livre / Teatro de Rua
Duração: 60 minutos

ORÉ – Corpo de Dança do Amazonas (AM)
O espetáculo apresenta aspectos do simbólico e do mítico. Relaciona o homem e a terra à era da consciência verde, visando à reflexão sobre a permanência do homem sobre a terra, seu comportamento, sua identidade, suas decisões.

Direção artística Monique Andrade e Getúlio Lima / Criação e direção coreográfica André Duarte / Bailarinos Adan Souza, Adriana Góes, André Duarte, Ângela Duarte, Baldoino Leite, Fabian Aarão, Flávio Soares, Gentil Neto, Getúlio Lima, Helen Rojas, Liene Neves, Marilucy Lima, Meire Jane Melo, Rosely Reis, Sumaia Farias, Valdo Malaq / Pesquisa bibliográfica Monique Andrade, André Duarte e Daia Santos / Trilha sonora Marlui Miranda e Tribos da Amazônia / Assistentes de coreografia Adriana Góes e Getúlio Lima / Adereços André Duarte / Figurino André Duarte (criação) e Luís Ferreira (confecção) / Diretor técnico Marcos Apolo / Produção e fotografia Carla Lee / Criação e iluminação André Duarte

Local: Teatro Um do SESC Esplanada
Horário: 20h30
Classificação: Livre / Dança
Duração: 45 minutos

03/09/2011

A GRANDE SERPENTE – Imbuaça (SE)
“A ação se passa em uma cidade imaginária do interior do Nordeste, ilhada por caatingas, isolada do resto do mundo”. Essas são palavras do professor e pesquisador Paulo Vieira, que prefaciou o livro do autor da obra, o potiguar Racine Santos. Para ele, a trama aborda principalmente “o tema do incesto, dos mistérios insondáveis que rondam a natureza humana, do crime e do castigo, pois a seca no poço não é outra coisa que não a punição pelo mau caminho, libertando dessa maneira a esfinge, ou por outra, a besta-fera”. Nessa história encontramos uma chave preciosa, a conexão com a tragédia sofocliana.

Texto Racine Santos / Direção João Marcelino / Assistente de direção Lindolfo Amaral / Elenco Isabel Santos Neves, Manoel Luiz Cerqueira, Iradilson Bispo, Luciano Lima, Talita Calixto, Rita Maia, Carlos Wilker, Kessia, Mercya, Rose Moura / Trilha sonora Eduardo Pinheiro e João Marcelino / Técnico de som Cristiano Andrade / Iluminação Denys Leão / Montagem Rogers Nascimento Santos

Local: Teatro Um do SESC Esplanada
Horário: 20h30
Classificação: 16 anos / Teatro de Rua
Duração: 70 minutos

04/09/2011

TEATRO CHAMADO CORDEL – Imbuaça (SE)
Três textos da literatura de cordel, “O matuto com o balaio de maxixi”, de José Pacheco, “A moça que bateu e virou cachorra”, de Rodolfo Coelho Cavalcante e “Malandro e Graxeira no chumbrego da orgia”, de vários cordelistas, são intercalados por danças e músicas folclóricas. Em clima de muito humor, o espetáculo apresenta o universo fantástico da literatura popular. A cena é invadida por personagens do cotidiano que discutem questões universais.

Textos “O matuto com o balaio de maxixi”, de José Pacheco, “A moça que bateu e virou cachorra”, de Rodolfo Coelho Cavalcante e “Malandro e Graxeira no chumbrego da orgia”, de vários cordelistas / Adaptação Antonio do Amaral, Benvindo Sequeira e João Augusto / Elenco Isabel Santos Neves, Manoel Luiz Cerqueira, Lindolfo Amaral, Iradilson Bispo, Luciano Lima, Talita Calixto, Rita Maia, Carlos Wilker, Kessia, Mercya, Rose Moura / Trilha sonora músicas folclóricas / Técnico de som Cristiano Andrade / Montagem Rogers Nascimento Santos

Local: Anfiteatro do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Horário: 19h
Classificação: Livre / Teatro de Rua
Duração: 60 minutos 

(clique em "Mais informações" para ver a programação completa)



Palco Giratório Sesc Rondônia 2011

O Teatro Invade Rondônia

A Tecelã - Caixa do Elefante (RS)


A partir do dia 01 de setembro, Porto Velho vai receber 37 espetáculos de teatro, circo e dança com grupos de vários Estados brasileiros. É o Festival Palco Giratório, que vem trabalhando com êxito na difusão das artes cênicas brasileiras e na democratização do acesso à cultura. Durante 32 dias, Porto Velho vai receber 16 grupos de outros Estados, além de 3 grupos rondonienses, para compor a programação do Festival. Algumas cidades do interior, como Ariquemes e Nova Mamoré também receberão espetáculos.

Neste ano, em Porto velho, os espetáculos acontecerão em dois locais: no Anfiteatro do Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e no Sesc Esplanada. A entrada para os espetáculos apresentados no Sesc Esplanada é 2 kg de alimentos não perecíveis, que são trocados por uma senha individual. O comerciário que apresentar sua carteirinha atualizada tem direito a uma senha. As apresentações se dividem em dois horários: às 19h e às 20h30.

Além dos espetáculos, a programação desta edição também é composta pelas Mesas Giratórias, Subsolo e Subestação, que paralelamente aos espetáculos, atuarão como espaços de discussão do fazer artístico, colocando em foco não só o artista, mas também a sua relação com o público e com a promoção das artes e dos empreendimentos artísticos, como um todo, buscando garantir novas formas de pensar, agir e sentir a arte.

A abertura do Palco Giratório RO 2011 será marcada por uma Coletiva de Imprensa, no dia 31 de agosto, às 19h. E a partir do dia 01 de setembro o público poderá conferir a variada programação do Festival, que segue durante todo o mês de setembro e se encerra no dia 02 de outubro.

Mais uma vez o Palco Giratório se consolida em uma importante rede de intercâmbio cultural, com teatro de bonecos, de rua, comédias e dramas, para adultos e crianças, circo, dança e muitas outras manifestações artísticas que tomam espaços convencionais e não convencionais. 

Postagens populares (5 mais recentes)