sexta-feira, 11 de março de 2011

Escola SESC de Ji-Paraná ensina como combater os Caramujos Africanos

A escola SESC de Educação Infantil de Ji-Paraná, preocupada em informar as crianças e a comunidade, desenvolveu com os pequenos um trabalho voltado para combater uma praga, que constantemente tem aparecido na cidade de Ji-Paraná, bem como no resto do país.

O caramujo africano (Achatina Fulica) foi trazido para o Brasil como variação do escargot, entretanto verificou-se que o molusco transmite bactérias altamente perigosas que podem causar doenças em seres humanos e afetar o sistema nervoso central, causando cegueira e até mesmo meningite.

A escola, por meio de uma apresentação utilizando fantoches, explicou para as crianças que ao encontrar um caramujo africano precisam procurar um adulto que deve proteger as mãos com luvas ou saco plástico e incinerar o molusco e em seguida cobri-lo com cal virgem e enterrá-lo. O procedimento foi realizado pelas professoras juntamente com as crianças.

Segundo a gerente da unidade do SESC de Ji-Paraná, Sandra Silvia Ferreira, é fundamental que a informação seja transmitida a partir da escola, já que as crianças são multiplicadoras para os pais e a comunidade.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) informou que as espécies representam a segunda maior ameaça à biodiversidade em todo o planeta, só perdendo para os desmatamentos. No Brasil, um exemplo com impactos negativos para a natureza, a economia e também para a saúde humana é o caramujo africano.Por isso, mais uma vez a escola SESC de Educação Infantil de Ji-Paraná, sensibilizada com questões sociais, faz um trabalho de divulgação para o combate dos caramujos africanos e contribui para o bem estar da comunidade em geral.

por Gabrielle Pellucio - SESC Escola Ji-Paraná

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