segunda-feira, 22 de maio de 2017

Chá Literário é promovido por biblioteca do Sesc em Porto Velho

Com o objetivo de fomentar, divulgar e impulsionar a apreciação pela literatura, obras, escritores, autores e poetas, o Sistema Fecomércio através do Sesc irá promover no dia 25 de maio, a partir das 16h, na biblioteca do Sesc Centro, a primeira edição de um encontro bibliográfico, o Chá Literário, que conta com a participação do Professor Famir Apontes, que irá trabalhar a temática “A influência do Padre Antônio Vieira na constituição do pensamento contemporâneo”.

No Chá Literário os participantes poderão conhecer e debater assuntos como: pensamento barroco, baseado nas transformações sociais oriundas das manifestações artístico-literárias que tiveram sua ebulição nos anos de 1600 e 1700. Discutirão a visão do Padre Antônio Vieira e como esta temática é passada ao longo dos anos e sua influência no mundo contemporâneo. O Professor Famir Apontes, Possui graduação em Letras - Português/Inglês e suas respectivas Literaturas pela Universidade Federal de Rondônia (1991) e Mestrado em Linguística pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (2005). Atualmente é professor de Língua Portuguesa e Literatura além de Coordenador do NEABI do Instituto Federal de Ciência, Educação e Tecnologia de Rondônia - IFRO, Campus Porto Velho.

O Chá literário é uma ação do projeto Sesc Apresenta – Literatura em parceria com a biblioteca do Sesc Centro, com intuito de promover a literatura e fomentar o gosto pela leitura. A unidade que é localizada na av. Presidente Dutra, centro de Porto Velho, possui um acervo de aproximadamente 8 mil títulos, além de revistas, gibis e jornais impressos para consulta local e empréstimos. O horário de atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 17h. “Temos hoje em Rondônia uma biblioteca fixa, duas unidades móveis e salas de leitura no Sesc Escola e unidades do Sesc Ler no interior do estado, nelas são desenvolvidas ações para todas as idades, a fim de incentivar a leitura, educação e a formação literária da população” explica Raniery Araújo Coelho, presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-IFPE.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Exposição “Já fui Floresta” de José Medeiros, abre a programação do Sesc Amazônia das Artes

Sesc Amazônia das Artes em 2017 comemora 10 anos de realização. Este ano, a Mostra irá promover espetáculos de dança, teatro, música, literatura, cinema e artes visuais, um intercâmbio de atividades culturais que será promovido nos estados que compõem a Amazônia Legal e no Piauí.  A programação inicia no dia 20 de maio com a exposição fotográfica “Já fui Floresta” do artista Campo-Grandense, José Medeiros. A mostra ficará exposta no período de 20 a 30 de junho, com horário para visitação das 9h às 16h, na galeria do Sesc Centro, localizada na av. Presidente Dutra, no Centro da cidade. 

A exposição surgiu quando José Medeiros ainda trabalhava para uma revista no Mato Grosso do Sul, onde fazia fotorreportagem sobre os índios Guaranis no Parque Indígena do Xingu, lá o artista redescobriu um universo rico e complexo dos índios Ikpeng, esta riqueza virou oportunidade, vez que Medeiros ao trabalhar de fronte com a vida indígena encontrou o enquadro perfeito para suas fotos, e em contrapartida o mestre repassa seus conhecimentos de sua trajetória fotográfica aos seus novos alunos. Assim, não somente ensina os índios a fotografar, como defende os direitos com a valorização de atributos simbólicos ligados à própria imagem do índio e às raízes de sua cultura. Medeiros procura indagar sobre a cultura indígena e o lugar que lhe cabe na sociedade contemporânea. 

A exposição “Já fui Floresta” já passou por diversos países como Portugal, ganhou três prêmios, um do Instituto Internacional de Fotografia, em São Paulo e o outro no 10° Leica-Fotografe, o artista também foi premiado por trabalhos como ‘O Pantanal de José Medeiros’, um projeto que retrata 11 anos de pesquisa fotográfica focada na vivência do homem no Pantanal. José Medeiros nasceu em Campo Grande, mas, mora em Cuiabá desde 1996. Já trabalhou no Diário de Cuiabá, Diário da Serra, e na Folha de São Paulo como freelancer. Seus projetos englobam trabalhos com indígenas e também no Pantanal do Mato Grosso.

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